Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Meio Ambiente

Estudo da Ufes identifica peixes com tumores no Rio Doce 11 anos após desastre de Mariana

Pesquisadores capixabas acharam larvas deformadas e metais acima do limite, mas análise não avaliou risco à saúde humana.

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Um levantamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) divulgado nesta quinta-feira (5), quando o rompimento da barragem de Fundão completa 11 anos, identificou peixes com tumores e deformidades ao longo da bacia do Rio Doce e no litoral capixaba.

Os dados do Programa de Monitoramento da Biodiversidade Aquática (PMBA) indicam que, apesar de uma melhora gradual nos parâmetros gerais da água em relação aos primeiros anos após o desastre, a contaminação residual continua afetando a fauna local. A pesquisa, entretanto, não avaliou se o pescado oferece riscos toxicológicos para quem consome os peixes, deixando essa verificação em aberto para os órgãos sanitários.

Entre as alterações registradas pelos cientistas estão anomalias em larvas, ovos sem viabilidade reprodutiva e concentrações de metais pesados superiores aos limites fixados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O resultado surge uma semana após os ministérios do Meio Ambiente e da Pesca autorizarem a retomada da pesca profissional na foz do Rio Doce, que ficou restrita por uma década. O grupo de pesquisadores seguirá monitorando a recuperação dos ecossistemas fluviais e marinhos.

Com informações de G1, Google Notícias e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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