Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Saúde

Operação em SP prende três e suspende farmacêuticas por remédios falsos contra câncer

Segunda fase da Operação Laziosi investiga rede que emitiu mais de R$ 1,5 milhão em notas de imunoterápico adulterado para sete estados

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), e a Polícia Civil deflagraram nesta quinta-feira (5) a segunda fase da Operação Laziosi. A ação prendeu três pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha especializada na falsificação e comercialização de medicamentos oncológicos, além de cumprir mandados na capital paulista e em Araraquara.

A ofensiva mira a distribuição de imunoterápicos falsos de alto custo, que comprometem diretamente a saúde de pacientes em tratamento contra o câncer. A pedido dos promotores, a Justiça determinou a suspensão imediata das atividades de sete empresas farmacêuticas ligadas à rede criminosa, incluindo as distribuidoras Longmed, Ideal Pharma, Shar Serviços, Lauris & Lauris e Siegh.

As investigações começaram em 2024, quando o laboratório fabricante de um remédio biológico alertou que a distribuidora Nacionalfarma havia entregue uma unidade adulterada a um hospital paulistano, fraude confirmada por perícia oficial. Na primeira etapa do caso, em novembro de 2024, apurou-se que a empresa movimentou mais de R$ 1,5 milhão em notas fiscais do produto falsificado para clientes em sete estados, mesmo sem estrutura física real nos endereços declarados.

Os investigados devem responder por organização criminosa e crimes contra a saúde pública, enquanto a polícia e o Ministério Público analisam o material recolhido para identificar novos lotes adulterados e eventuais receptadores na rede hospitalar.

Com informações de UOL, Metrópoles e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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