Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Economia

Fim da escala 6x1 divide governo e empresários após aprovação no Senado

Jaques Wagner rebateu temores sobre a economia enquanto entidades industriais apontam custos

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A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada máxima para 40 horas e acaba com a escala 6x1 no Senado Federal desencadeou, nesta quarta-feira (14), reações imediatas e divergentes entre lideranças governistas e entidades empresariais de todo o país.

Na tribuna do plenário, o senador Jaques Wagner (PT-BA) comemorou a aprovação por 75 votos a 1 e rechaçou as previsões de impactos desfavoráveis à atividade produtiva, afirmando que o país não quebrará com a adoção de duas folgas semanais. O parlamentar ressaltou que a medida corrige uma disparidade histórica ao garantir mais descanso e qualidade de vida à classe trabalhadora.

Por outro lado, representantes do setor produtivo manifestaram fortes ressalvas aos efeitos práticos da mudança. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou a decisão como um retrocesso, enquanto a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) sustentou que o encurtamento da jornada sem redução de salário encarecerá a hora trabalhada e prejudicará a criação de empregos formais, defendendo que a matéria fosse tratada em convenções e acordos coletivos.

Enquanto entidades sindicais celebram a vitória legislativa como uma conquista histórica após décadas de reivindicação, as federações patronais informaram que pretendem acompanhar de perto os 60 dias de prazo para o início da primeira etapa de transição, monitorando a adaptação das escalas de produção no setor de serviços e na indústria.

Com informações de A Tarde (BA), UOL e Revista Oeste.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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