Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Política

Flávio Bolsonaro defende fim do rastreamento de munições policiais e gera críticas

Candidato classificou exigência como detalhe, enquanto juristas apontam risco para investigações de crimes

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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) gerou reações no meio jurídico e na área de segurança pública ao qualificar como um "detalhezinho" e manifestar apoio a um projeto de lei que retira a obrigatoriedade de rastreabilidade de munições utilizadas por policiais.

A declaração, concedida em entrevista à TV Globo, reabriu o debate eleitoral sobre o controle de armamentos no país, em um momento em que especialistas do setor apontam que a perda de identificação de cartuchos pode inviabilizar investigações de homicídios e desvios de equipamentos oficiais para o crime organizado.

Organizações e juristas lembraram que a gravação do lote nas cápsulas de projéteis foi decisiva para identificar os autores de crimes de repercussão nacional, como o assassinato da juíza Patrícia Acioli, executada em 2011 no Rio de Janeiro, caso no qual a autoria de policiais militares foi confirmada por meio da marcação das balas do Estado.

Especialistas em segurança sustentam que a flexibilização do controle contraria compromissos internacionais do Brasil no enfrentamento ao tráfico ilícito de armas e munições. O tema segue no centro dos confrontos programáticos entre as campanhas na semana final da disputa eleitoral.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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