Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
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Economia

Governadora do DF busca reunião com Lula para garantir socorro de R$ 6,6 bilhões ao BRB

Celina Leão tenta obter aval federal perante o Fundo Garantidor de Créditos após rombo bilionário deixado por aquisição vinculada ao Banco Master

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Luiz Inácio Lula da Silva
Lula vai criar Ministério da Segurança Pública com Medida Provisória · Foto: Marcelo Brandão - repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), solicitou uma audiência oficial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para negociar a concessão de aval da União a um empréstimo financeiro de R$ 6,6 bilhões destinado a sanear as contas do Banco de Brasília (BRB).

O socorro financeiro é considerado indispensável pela gestão distrital para estabilizar a instituição financeira pública, que acumula problemas de liquidez há mais de um ano em decorrência da aquisição de mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito fraudadas do Banco Master. Para ter acesso à linha emergencial junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o governo local depende da garantia soberana do Tesouro Nacional, sem a qual a operação não pode ser formalizada.

A solicitação de socorro enfrenta resistências econômicas dentro do governo federal. O Ministério da Fazenda aponta que o Distrito Federal possui nota C na Classificação de Capacidade de Pagamento (Capag), índice que mede a saúde fiscal dos entes federativos. Pelas regras vigentes do Tesouro Nacional, apenas estados e municípios com notas A ou B estão autorizados a contrair empréstimos com garantia federal, situação que protege os cofres nacionais caso o tomador deixe de honrar as parcelas devidas.

Antes de renovar o apelo direto ao Palácio do Planalto, a administração do Distrito Federal tentou firmar uma conciliação jurídica mediada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas o acordo não avançou diante da negativa da equipe econômica. A governadora, que aguarda resposta do presidente há três dias, pretende argumentar que eventuais inadimplências seriam retidas diretamente dos repasses constitucionais dos fundos de participação, afastando riscos de prejuízo à União.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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