Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Economia

Governo descarta ajuste fiscal em 2026 e prioriza três projetos no Congresso

Articulação política foca em segurança pública, apostas esportivas e gratuidade nos ônibus até o fim do ano

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Governo federal
Tributos da gasolina zerados e subsídios a combustíveis ampliados · Foto: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), afirmou nesta terça-feira (27), em Brasília, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não discutirá nem enviará um pacote de ajuste fiscal ao Congresso Nacional até o fim de 2026.

A definição reduz a expectativa de corte imediato nos gastos públicos federais e altera o foco das votações legislativas que afetam diretamente o orçamento do país. A declaração do articulador político contrasta com o posicionamento do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, que defendeu publicamente a necessidade de apresentar medidas de contenção orçamentária para reforçar a confiança do mercado financeiro e assegurar o centro da meta fiscal, que é o objetivo de equilibrar as receitas e despesas da União.

Guimarães garantiu que medidas fiscais adicionais não foram debatidas na bancada governista nem no Palácio do Planalto. O ministro estabeleceu como metas prioritárias para votação até 20 de dezembro a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, a Medida Provisória (MP) das apostas esportivas digitais e a PEC que estabelece a tarifa zero no transporte coletivo, além do envio do projeto que regulamenta o Imposto Seletivo.

Com informações de UOL, Folha e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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