Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Economia

Herdeiros recusam comando e desafiam sucessão em empresas familiares no Brasil

País deve transferir volume recorde de fortunas nas próximas décadas enquanto nova geração busca outras metas

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A recusa de herdeiros em assumir o comando dos negócios da família tem obrigado empresas no Brasil a reformular estratégias de governança e transferência de gestão patrimonial.

A discussão ganha relevância econômica porque o país representa o terceiro maior volume de patrimônio financeiro a ser transmitido entre gerações nos próximos vinte anos, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, de acordo com o relatório UBS Global Wealth Report 2025.

Dados da pesquisa PwC Global Family Business Survey indicam a fragilidade desse processo: cerca de 30% das empresas familiares brasileiras resistem até a segunda geração, e menos de 10% chegam à terceira. Consultores ressaltam que o fechamento das companhias decorre principalmente de disputas internas e ausência de planos claros de transição, e não de desempenho ruim dos ativos.

A postura das novas gerações é impulsionada pelo fenômeno da ambição contida, termo que define a busca por equilíbrio e projetos profissionais independentes, forçando famílias a contratar executivos de fora para liderar as operações.

Com informações de Google Notícias e NeoFeed.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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