Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Economia

Ministério do Trabalho registra 7 mil denúncias de assédio eleitoral após votação

Luiz Marinho fez apelo a empregadores para recuarem de ameaças de demissão ligadas ao resultado das urnas

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Eleições 2026
Eleitor vota no primeiro turno das eleições gerais de 2026 · Foto: Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) registrou mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral praticado contra funcionários por seus empregadores, segundo balanço apresentado pelo ministro Luiz Marinho nesta quarta-feira (4). O volume decorre de comunicações recebidas pelo canal oficial da pasta desde o término do segundo turno das eleições.

O assédio eleitoral constitui prática ilegal na qual chefias utilizam ameaças de demissão ou promessas de benefícios para coagir subordinados em suas escolhas políticas. O ministro destacou que a prioridade governamental é resguardar a liberdade e o sigilo do voto dos empregados, apelando publicamente para que empresários façam um recuo tático e publiquem retratações públicas caso tenham cogitado represálias.

Segundo a pasta, apenas nos três primeiros dias úteis após a votação, o canal de ouvidoria já havia contabilizado 4,3 mil registros. Em resposta a ações movidas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), a Justiça do Trabalho concedeu liminares determinando que a empresa Meta, administradora de redes sociais, excluísse postagens que incitavam demissões em razão de resultados eleitorais.

O ministério agora faz a triagem das notificações para verificar a procedência dos relatos antes de encaminhar relatórios e sanções cabíveis aos órgãos de fiscalização trabalhista.

Com informações de UOL, Estadão e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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