Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Política

MP alerta que policiais estão proibidos de fazer escolta clandestina a candidatos

Recomendação visa a inibir segurança privada por agentes de folga no final de semana da votação

Tribunal Superior Eleitoral
Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE / Wikimedia Commons (Public domain)

O Ministério Público Eleitoral (MPE) deflagrou uma série de recomendações direcionadas às autoridades de segurança para proibir o desvio de função de agentes públicos nas Eleições 2026. A Procuradoria publicou uma ordem determinando que policiais atuantes, ainda que de folga, não podem promover o serviço de "escolta clandestina" a políticos e seus partidos.

A determinação, de autoria dos procuradores de Sergipe, já atua como um indicativo sobre os limites operacionais nos Estados, após surgirem denúncias da possível prestação do serviço no último final de semana da campanha. O documento foi emitido para órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Militar, a Rodoviária Federal e os comandos de Guardas Municipais.

Pela regra citada pelo órgão federal, profissionais de segurança só têm o respaldo jurídico da Constituição para atuar excepcionalmente de maneira paralela quando os bicos acontecem na docência ou em postos de saúde. Militares ou civis que prestarem serviços de segurança particular para candidatos poderão ser alvos de ações criminais, suspensão ou afastamentos definitivos em suas corporações.

As normas de segurança e tranquilidade acompanham as restrições pesadas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a 48 horas da eleição. Desde o fechamento desta sexta-feira (2), políticos também estão proibidos de fazer grandes comícios, divulgar peças em mídias online via impulsionamento ou publicarem materiais gerados por inteligência artificial.

Com informações de Veja, Metrópoles e Poder360.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise