Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Brasil

Pará registra prisões por celular na cabine e falta de transporte no segundo turno

Ocorrências policiais envolveram embriaguez e urnas substituídas, enquanto balsas lotadas atrasaram eleitores

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O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) e órgãos de segurança pública registraram detenções por uso de celular junto à urna eletrônica, violações da Lei Seca e protestos por falta de transporte no segundo turno das Eleições 2026, realizado no domingo (25).

As infrações ameaçam o sigilo do voto assegurado pela legislação eleitoral brasileira e evidenciam gargalos operacionais que impediram cidadãos de exercer o direito de votar mesmo com a previsão legal de gratuidade nas passagens.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), oito pessoas foram autuadas em Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs) por desobedecer ordens da Justiça Eleitoral e tentar fotografar ou filmar a tela de votação. No município de Paragominas, um eleitor foi preso em flagrante por portar aparelho telefônico na cabine; em Medicilândia houve registro similar sem prisão; e em Barcarena um homem alcoolizado precisou ser retirado da seção por fiscais. Além das ações policiais, 17 urnas eletrônicas apresentaram defeitos e precisaram ser substituídas até o meio-dia.

No Porto de Icoaraci, em Belém, mais de 200 passageiros ficaram impedidos de embarcar para o arquipélago do Marajó porque a empresa transportadora Henvil disponibilizou apenas uma balsa, que partiu com lotação máxima pela manhã. Os casos foram encaminhados ao Ministério Público Eleitoral para avaliação de eventuais penalidades administrativas e criminais aos envolvidos.

Com informações de G1 e Justiça Eleitoral (TSE).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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