Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Política

PT aponta faturamento de R$ 14 milhões de Flávio como trava para abertura de sigilos

Campanha governista e Geraldo Alckmin criticam exigências do senador após reportagem revelar ganhos de banca

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Integrantes da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmaram nesta quinta-feira (22) que o faturamento de cerca de R$ 14 milhões do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro, registrado durante seu mandato como senador, motivou a imposição de condições pelo parlamentar na disputa sobre a quebra de sigilos.

A controvérsia eleva a temperatura da reta final da campanha presidencial de 2026 e coloca a transparência patrimonial dos candidatos no centro do debate entre os eleitores.

Em agenda em São Carlos (SP), o vice-presidente Geraldo Alckmin declarou que a apresentação de uma lista de exigências por parte do senador do Partido Liberal (PL) foi uma forma de inviabilizar o acordo proposto no debate televisivo de domingo (18). Segundo a coordenação petista, liderada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), os valores revelados pelo portal UOL explicam a resistência do adversário em fornecer os dados bancários.

Do outro lado, a advogada da campanha de Flávio Bolsonaro, Maria Claudia Bucchianeri, concedeu entrevista coletiva no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmando que apresentará a documentação exigida, mas contra-atacou cobrando a divulgação oficial dos registros de visitas de Luchsinger. A Corte eleitoral aguarda a formalização dos termos de ambas as partes para avaliar como processará os pedidos.

Com informações de UOL, Poder360 e G1.

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