Domingo, 08 de novembro de 2026
Economia

Selic se estabiliza em 13,75% e dívida pública atinge 82,9% do PIB

Taxa básica de juros repete nível do início do governo Lula enquanto endividamento avança 11,2 pontos

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano na quarta-feira (4), retornando ao mesmo patamar em vigor no início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023.

A taxa mantida em patamar elevado encarece o custo de empréstimos, financiamentos e compras a prazo para famílias e empresas, refletindo o agravamento das contas públicas no período: a dívida bruta do governo subiu 11,2 pontos percentuais em quase quatro anos, saindo de 71,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em dezembro de 2022 para 82,9% em setembro de 2026.

A decisão do colegiado interrompeu uma sequência de cinco reduções graduais, após a taxa ter iniciado o ano de 2026 fixada em 15%. Segundo avaliações de analistas do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) e da consultoria Quantivis Analytics, a repetição de déficits nas contas da União e o avanço contínuo em transferências de renda dificultam a convergência da inflação e forçam a autoridade monetária a restringir o crédito.

Com analistas de mercado projetando que os juros permaneçam nesse nível até 2027, o próximo passo do Banco Central será avaliar a evolução dos preços em sua última reunião do ano, marcada para dezembro.

Com informações de Poder360 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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