Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Brasil

Smart Sampa adota reconhecimento facial para controlar acesso de servidores

Prefeitura de São Paulo reforça segurança interna após credenciais de agentes vazarem na internet

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Smart Sampa
Viatura da Guarda Civil Metropolitana estacionada em frente a prédio do programa Smart Sampa, em São Paulo · Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou nesta terça-feira (27) que o sistema de videomonitoramento Smart Sampa passará a exigir reconhecimento facial para controlar o acesso de servidores públicos à plataforma.

A medida busca reforçar a segurança digital interna da capital paulista após reportagem revelar que credenciais restritas e dados de agentes de segurança ficaram expostos em um repositório público na internet por cerca de 11 meses. O sistema conta atualmente com cerca de 58 mil câmeras em operação na cidade, que já utilizam a tecnologia biométrica nas vias públicas e podem ser consultadas pelas polícias Civil, Militar e Federal.

O anúncio ocorreu durante a assinatura de um termo de cooperação com o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). O convênio autoriza nove promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) a consultar imagens diretamente para auxiliar investigações criminais.

A gestão municipal também firmou parceria para cruzar as imagens do Smart Sampa com a base de dados de agressores de mulheres com medidas protetivas expedidas pelo Judiciário. De acordo com o Ministério Público, cerca de 40% desses homens não são localizados ou notificados por oficiais de Justiça, situação que a prefeitura pretende mitigar com o rastreamento das câmeras.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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