Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Brasil

Polícia investiga grupo que transmitiu em live agressão mortal a engenheiro em Santos

Marcelo de Oliveira Rocha teve morte cerebral confirmada após ataque; investigadores apuram crime de latrocínio

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A Polícia Civil do Estado de São Paulo investiga um grupo suspeito de espancar o engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, e transmitir as agressões ao vivo por meio de uma rede social, na madrugada de sábado (24), em Santos, no litoral paulista.

A vítima foi internada em estado grave e transferida para o Hospital São Paulo, na capital do estado, onde médicos confirmaram o quadro de morte cerebral no fim da noite de segunda-feira (26). O caso foi registrado e é apurado pelas autoridades como latrocínio — crime de roubo seguido de morte —, já que o telefone celular e outros pertences de Rocha foram roubados pelos agressores.

O ataque aconteceu nas imediações da sede do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP), na avenida Conselheiro Nébias, onde a vítima participava de uma confraternização política e cultural. Rocha se afastou dos amigos para usar o banheiro e não retornou, sendo localizado desacordado e ferido pouco depois. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que as apurações descartam motivação política no episódio, assim como a tese de crime de homofobia levantada por músicos que se apresentavam no evento.

O Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) atua no rastreamento dos aparelhos e perfis envolvidos na transmissão em tempo real, além da análise de câmeras de monitoramento da região. Como os agressores ainda não foram formalmente identificados ou localizados pela polícia, a reportagem não conseguiu contato com suas defesas.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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