Domingo, 25 de outubro de 2026
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Suspeito de ataque a tiros em Paris vai para hospital psiquiátrico e gera protestos

Decisão da Justiça francesa de revogar custódia preventiva provocou manifestações populares

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A Justiça da França suspendeu neste domingo (25) a prisão preventiva de um homem de 39 anos investigado por um atentado a tiros nos arredores de Paris, transferindo o suspeito para uma unidade de saúde mental sob escolta policial.

A decisão gerou indignação imediata e levou centenas de pessoas a protestarem pelas ruas da capital francesa contra o racismo e a violência da extrema-direita. O homem sob custódia, identificado como Kévin T., é acusado de assassinar a tiros o jovem Pengo Bossio Wangi, francês de 26 anos de ascendência congolesa, além de deixar outras cinco pessoas feridas.

De acordo com a Procuradoria Nacional Antiterrorismo, o investigado ficará internado em observação por até 48 horas para que médicos avaliem se ele apresenta condições psíquicas de responder aos interrogatórios. Fontes ligadas à apuração indicaram que o indivíduo possuía histórico de esquizofrenia e que exames detectaram o consumo recente de drogas em seu organismo.

O advogado criminalista Yassine Bouzrou, que representa a família da vítima fatal, contestou a medida ao afirmar que alegações de insanidade mental são acolhidas com facilidade incomum em delitos atribuídos a extremistas de direita. A defesa do acusado não foi localizada pelos veículos que cobrem o caso, e a promotoria aguarda os laudos dos peritos para decidir se formalizará o indiciamento criminal.

Com informações de UOL, Folha e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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