Domingo, 08 de novembro de 2026
Mundo

Bombardeio russo a centro de ajuda humanitária deixa ao menos 50 mortos na Ucrânia

Ataque atingiu escola usada como abrigo e distribuição de alimentos na região de Zaporizhzhia

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Um bombardeio das forças militares da Rússia contra uma antiga escola que funcionava como centro de distribuição de alimentos e abrigo civil na localidade de Komyshuvakha, na província de Zaporizhzhia, deixou dezenas de mortos no sul da Ucrânia. O balanço divulgado na sexta-feira (6) pelo Serviço de Emergências do Estado ucraniano contabilizou 50 óbitos já confirmados, enquanto o governador interino da região, Mykhailo Semikin, informou um registro de 53 pessoas mortas.

A discrepância nos números decorre da dificuldade de acesso aos escombros e do estado dos corpos resgatados, o que obrigou equipes de perícia técnica a coletar amostras de material genético para viabilizar a identificação laboratorial das vítimas. O edifício atingido abrigava moradores desabrigados e servia como ponto de entrega de suprimentos básicos para a comunidade local em meio aos combates na região.

O ataque militar foi realizado na segunda-feira (2), e as operações de socorro e remoção de destroços se estenderam pelo quinto dia seguido. Em pronunciamento público, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou que o bombardeio teve caráter deliberado, sustentando que os operadores das bombas tinham conhecimento prévio da presença de civis no imóvel.

Além das mortes no sul do território ucraniano, bombardeios russos com mísseis e drones atingiram áreas residenciais nos distritos de Solomianskyi, Darnitskyi e Sviatoshynskyi, na capital Kiev, deixando ao menos seis cidadãos feridos, entre eles uma criança. As equipes de resgate da Ucrânia seguem trabalhando na contenção de danos e no socorro a feridos em diferentes frentes do conflito.

Com informações de Google Notícias, Revista Oeste e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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