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Política

Cármen Lúcia elogia Nobel da Paz para jurista que relatou genocídio em Gaza

Ministra do Supremo destacou a defesa dos direitos humanos pela sul-africana Navi Pillay

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia elogiou nesta sexta-feira (9) a escolha da jurista sul-africana Navi Pillay para receber o Prêmio Nobel da Paz de 2026. A premiada liderou uma comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) que apontou que Israel cometeu genocídio contra os palestinos na Faixa de Gaza.

O apoio público de uma ministra da Suprema Corte brasileira ao prêmio reflete a importância institucional dada à responsabilização de líderes internacionais por violações em áreas de conflito armado, reforçando o peso do direito internacional nas democracias.

Em nota, Cármen Lúcia afirmou que a premiação é o reconhecimento do trabalho impressionante de Pillay e da importância dos direitos humanos para a dignificação humana. A sul-africana de 85 anos, que já atuou em tribunais internacionais, foi escolhida pelo comitê norueguês pelo seu esforço em defender vítimas de violência e na responsabilização de governos.

Com informações de UOL e Folha.

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