Sábado, 07 de novembro de 2026
Brasil

Cemitérios concedidos em São Paulo têm abandono, mato alto e sepulturas danificadas

Vistorias apontam banheiros sem água e queixas de visitantes dois anos após privatização

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Os cemitérios públicos municipais concedidos à iniciativa privada na cidade de São Paulo apresentam graves problemas de conservação, com sepulturas danificadas, mato alto, banheiros sem condições de uso e acúmulo de sujeira. O cenário de degradação atinge as quadras de jazigos e as áreas comuns, dificultando a localização de túmulos por famílias e prejudicando a estrutura disponível aos visitantes.

A situação afeta diretamente a população da capital que busca os serviços funerários municipais em momentos de luto. Além da falta de água e produtos de higiene em sanitários, frequentadores relatam assédio de flanelinhas nas imediações dos portões e abordagens comerciais ostensivas para a contratação de planos funerários em frente às salas de velório.

O sistema foi transferido para a gestão de quatro consórcios empresariais em 2023, envolvendo 22 cemitérios da cidade e o Crematório Vila Alpina por um prazo de concessão de 25 anos, com término previsto para 2048. As regras contratuais determinam que as concessionárias Consolare, Cortel, Grupo Maya e Velar garantam a limpeza contínua dos espaços, banheiros públicos higienizados com água e sabão, pavimentação das alamedas, placas de orientação legíveis e vigilância armada.

Vistorias realizadas em seis unidades e no crematório nos meses de outubro e novembro revelaram que as obrigações não vêm sendo cumpridas integralmente. O quadro mais grave foi verificado no Cemitério Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte, gerido pela Cortel, onde a vegetação encobriu túmulos de áreas públicas e privadas e o sanitário feminino estava sem água nas torneiras e com forte odor.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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