Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Política

Comando do Exército lida com pressões políticas e planeja sucessão da Força

Atuação do general Tomás Paiva diante de investigações contra militares gera atritos com a oposição

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Cerimônia do Dia do Exército
Militares em cerimônia oficial do Exército Brasileiro · Foto: Hamilton Garcia / Ministério da Defesa / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A conduta do comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro de Paiva, diante dos inquéritos sobre tentativas de desestabilização democrática permanece no centro das discussões sobre a sucessão da Força Terrestre. A resistência do oficialato a pressões partidárias consolidou a linha de comando, mas manteve aberta a disputa de narrativas com setores da oposição parlamentar.

Segundo análise publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o general passou a ser alvo de hostilidades políticas após confrontar discursos no Congresso Nacional que contestavam a prisão de oficiais investigados pela Polícia Federal (PF). O episódio ocorreu na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, durante questionamentos feitos por parlamentares alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nos quartéis, relatórios e depoimentos colhidos no âmbito da Operação Tempus Veritatis afastaram contestações internas sobre a existência de planos golpistas contra o Alto Comando. Com as investigações judiciais em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministério da Defesa acompanha os desdobramentos disciplinares para preservar a rotina militar e organizar a transição para a próxima chefia das Forças Armadas.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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