Segunda-feira, 05 de outubro de 2026
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Saúde

Inteligência artificial ajuda a prever complicações após retirada da tireoide

Ferramenta desenvolvida pelo A.C.Camargo Cancer Center indica pacientes com maior risco de queda de cálcio no sangue

Pesquisa médica
Ferramenta de inteligência artificial na medicina · Foto: Agência FAPESP (CC BY)

Pesquisadores do A.C.Camargo Cancer Center desenvolveram um modelo de inteligência artificial capaz de identificar pacientes com maior risco de desenvolver hipocalcemia transitória após a cirurgia de retirada total da tireoide. A condição é caracterizada pela queda acentuada dos níveis de cálcio no sangue.

A nova tecnologia ajuda os médicos a decidirem de forma mais precisa quais pacientes precisam receber suplementação de cálcio preventivamente e quais podem ser poupados de tratamentos desnecessários após a operação. O modelo foi treinado com dados de mais de 7 mil pacientes acompanhados ao longo de dez anos na instituição.

A hipocalcemia ocorre em 15% a 40% das cirurgias de remoção total da tireoide. O problema não é causado pela falta da tireoide em si, mas pela manipulação das paratireoides, quatro pequenas glândulas vizinhas que controlam o cálcio no sangue por meio do hormônio PTH. Quando o funcionamento delas é prejudicado temporariamente pela cirurgia, a produção do hormônio cai, reduzindo a capacidade do corpo de manter os níveis de cálcio.

Com informações de Agência FAPESP, Estado de Minas e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise