Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Tecnologia

Justiça dos EUA suspende lei que proibia imagens íntimas falsas geradas por IA

Ação foi movida por empresa de Elon Musk sob o argumento de que a legislação estadual violava a liberdade de expressão

Um tribunal federal de apelações nos Estados Unidos suspendeu temporariamente uma lei do estado de Minnesota que criminalizava a geração de imagens falsas de nudez feitas por programas de computador. A liminar, uma decisão de caráter provisório e cumprimento imediato, foi proferida a favor de um recurso apresentado pela xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk.

A determinação traz impactos para a discussão sobre os limites de moderação de ferramentas tecnológicas e atrasa os esforços de governos locais para conter o avanço do uso indevido da imagem de cidadãos. A lei em questão estava em vigor desde o dia 1º de agosto e punia empresas de software que permitissem aos usuários criar figuras realistas retratando nudez de pessoas reais que não deram consentimento para o ato.

A batalha judicial teve início quando a xAI decidiu questionar a constitucionalidade da regra, apontando que a medida imposta pelo estado de Minnesota viola o princípio da liberdade de expressão. Inicialmente, um juiz de primeira instância rejeitou a tentativa da companhia, justificando que a ação havia demorado muito tempo para ser levada aos tribunais.

Os advogados da empresa insistiram com o processo na corte superior, rebatendo o argumento do atraso. A equipe jurídica também afirmou aos juízes que a tecnologia desenvolvida pela empresa, batizada de Grok Imagine, já aplica mecanismos técnicos rigorosos de segurança e proíbe a fabricação desse tipo de imagem sensível ou sexualizada sem o consentimento dos fotografados.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise