Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Economia

Entidades tributárias pedem ao Congresso adiamento do novo imposto federal para 2028

Carta aberta assinada por 14 organizações defende usar 2027 apenas para testes da Contribuição sobre Bens e Serviços

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Congresso Nacional
Cresce número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional · Foto: Iara Balduino – repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

Um grupo formado por 14 entidades ligadas ao direito tributário divulgou nesta terça-feira (3) uma carta aberta conjunta solicitando que o governo federal e o Congresso Nacional adiem de 2027 para 2028 o início da cobrança da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

A mudança solicitada atinge diretamente o planejamento financeiro das empresas brasileiras e o cálculo dos preços ao consumidor final. As associações argumentam que a proximidade do prazo legal, com vigência prevista para começar em menos de dois meses, traz insegurança jurídica a companhias que ainda não receberam a regulamentação necessária para programar seus sistemas fiscais e revisar contratos de fornecimento.

O principal motivo de preocupação exposto no documento é a ausência de definição a respeito da alíquota definitiva da CBS, calculada preliminarmente pelo Ministério da Fazenda em 11,3%. Sem esse valor ratificado pelo Poder Legislativo, as companhias alegam incapacidade prática de atualizar softwares de gestão, recalcular margens de comercialização e emitir notas fiscais sem gerar litígios fiscais.

Pelo cronograma da emenda constitucional da reforma aprovada em 2023, o ano de 2027 marcaria o encerramento do PIS e da Cofins e a cobrança integral da CBS. As entidades propõem manter 2027 exclusivamente como etapa de testes operacionais e aguardam manifestação oficial dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Com informações de Google Notícias, Estadão e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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