Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Política

Livro de agente da PF revela bastidores da prisão de Lula em Curitiba

Obra de policial federal detalha a rotina na carceragem, esquemas de segurança e a convivência diária com o presidente

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Panorama de Curitiba
Vista da cidade de Curitiba, capital do Paraná · Foto: Irina S.B. / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Um livro de memórias escrito pelo agente da Polícia Federal Jorge Chastalo revela detalhes sobre a rotina e a convivência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante os 580 dias em que o mandatário esteve preso na Superintendência da PF em Curitiba, no Paraná.

A publicação expõe os bastidores operacionais de um dos períodos mais marcantes da história política recente do país. O livro detalha desde o impacto do encarceramento na rotina da carceragem até a convivência diária entre o petista e os policiais encarregados de sua custódia.

Segundo a narrativa do policial, a preparação da cela levou três dias e envolveu quatro planos diferentes de segurança, em meio à descrença da própria equipe policial de que a ordem de prisão seria cumprida. O texto relata a chegada de Lula em silêncio e com semblante abatido, a vigilância constante contra drones de imprensa, a compra de comida externa e os diálogos informais durante os banhos de sol, período em que o petista passou a chamar o agente de "querido".

Lula permaneceu na carceragem paranaense entre abril de 2018 e novembro de 2019, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a pena só poderia ser executada após o esgotamento de todos os recursos judiciais. Em abril de 2021, a corte anulou as sentenças ao determinar que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para os julgamentos e após declarar a suspeição do então juiz Sergio Moro. O livro está disponível nas livrarias brasileiras.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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