Sábado, 10 de outubro de 2026
Urgente Moraes expede mandado de prisão de Eduardo Bolsonaro e cancela passaporte
Economia

Plataformas de apostas já devolveram mais de R$ 1 bilhão a usuários

Bancos têm até o dia 14 de outubro para transferir o restante do saldo; governo bloqueou milhares de sites irregulares

Celular com apostas
Pessoa utilizando o celular para um aplicativo de apostas · Foto: Agência Brasil (CC BY)

As plataformas de apostas online, também conhecidas como bets, já efetivaram a devolução de mais de R$ 1 bilhão em saldos que estavam parados nas contas dos usuários no Brasil.

A restituição em massa ocorre em meio ao cerco do governo federal contra sites irregulares, buscando garantir que os apostadores não percam o dinheiro investido. Com o grande volume de transferências feitas pelas empresas, o saldo total que ainda precisa ser repassado ao público caiu de R$ 1,2 bilhão para a marca de R$ 159 milhões.

De acordo com as regras estabelecidas, os bancos têm até a próxima segunda-feira (14) para transferir os valores restantes diretamente para os clientes que não sacaram o dinheiro até o prazo de encerramento voluntário ocorrido no início do mês. Se houver algum impedimento bancário para o depósito, todo o montante pendente será repassado para a Caixa Econômica Federal, que passará a ser a única responsável pelo pagamento futuro aos apostadores.

As análises do mercado indicam que 90% das contas que ainda não foram sacadas têm valores ínfimos a receber, inferiores a R$ 1. O processo, no entanto, esbarra na falta de transparência de oito plataformas que ainda não enviaram aos bancos os dados necessários para as transferências; contra elas, a Advocacia-Geral da União (AGU) deve acionar a Justiça em breve.

Paralelamente às devoluções financeiras, o esforço federal para enquadrar o setor continua. Somente nas últimas duas semanas, o governo já encaminhou aos provedores de internet ordens de bloqueio contra 16.627 endereços de sites de apostas que atuavam de maneira ilegal no país.

Com informações de Agência Brasil e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise