Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
Saúde

Terra Yanomami não registra morte por malária no primeiro semestre de 2026

Relatório do Ministério da Saúde aponta queda de 50,8% nos diagnósticos da doença e recuo nas vítimas de desnutrição

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

Comunidade indígena Yanomami
Indígenas Yanomami reunidos em aldeia na região de Parima · Foto: Amazonas307 / Wikimedia Commons (CC0)

A Terra Indígena Yanomami não registrou mortes causadas por malária entre janeiro e junho de 2026, de acordo com relatório divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (5).

O resultado marca a recuperação das condições sanitárias no território de 96.650 quilômetros quadrados, localizado entre Roraima e o Amazonas, que enfrentava grave emergência humanitária decorrente da presença do garimpo ilegal.

Ao longo do primeiro semestre deste ano, foram contabilizados 6.891 diagnósticos de malária na região, o que representa uma redução de 50,8% em relação aos 14.018 casos registrados no mesmo período de 2023. O documento do governo federal também indicou uma queda de 73,5% nos óbitos provocados por desnutrição entre a população indígena na mesma base comparativa.

Nos anos anteriores, a doença transmitida por mosquitos provocou 14 mortes no primeiro semestre de 2023 e nove no primeiro semestre de 2024, atingindo majoritariamente crianças com menos de 10 anos. Em 2025 não houve registros fatais nos seis primeiros meses, mas cinco indígenas faleceram no segundo semestre.

O Ministério da Saúde informou que manterá a ampliação da capacidade de diagnóstico e o atendimento contínuo das equipes nas aldeias para evitar novas infecções até o fim do ano.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.