Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
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Economia

Fim da escala 6x1 deve pressionar negociações e ameaçar plano de saúde empresarial

Adoção da jornada semanal de 42 horas amplia custos patronais e pode frear reajustes salariais acima da inflação no próximo ano

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O fim da escala de trabalho 6x1 e a consequente redução da jornada semanal de 44 para 42 horas, a partir de 16 de dezembro, devem endurecer as negociações coletivas entre empresas e sindicatos de trabalhadores em 2027.

Com a obrigatoriedade de dois dias de descanso semanal remunerado na escala 5x2, os empregadores buscam compensar o aumento de custos operacionais. Isso tende a gerar resistência à concessão de ganhos salariais acima da inflação e colocar em risco a manutenção de benefícios tradicionais, sobretudo o plano de saúde corporativo.

A pressão sobre os custos médicos corporativos já é relevante, com projeção da consultoria Marsh de reajustes entre 9% e 11% para 2027. Além disso, desde a reforma trabalhista de 2017 que eliminou a ultratividade — regra pela qual um acordo seguia em vigor até nova decisão —, os trabalhadores podem perder benefícios caso uma nova convenção coletiva não seja assinada antes do vencimento do pacto anterior.

As entidades sindicais e associações empresariais de diversos setores do comércio e serviços iniciam as primeiras rodadas de debate sobre as escalas e a revisão de cláusulas com a proximidade do prazo de vigência das novas normas trabalhistas.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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