Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
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Política

Mendonça concede prisão domiciliar a empresário investigado por fraudes no INSS

Decisão do STF atende a pedido da defesa após treze meses de detenção preventiva

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André Mendonça
Ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE · Foto: André Richter - Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a substituição da prisão preventiva do empresário Maurício Camisotti por prisão domiciliar, em Brasília.

A medida altera a situação de um dos principais alvos da Operação Sem Desconto, investigação da Polícia Federal (PF) que apura desvios milionários em benefícios previdenciários de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Camisotti cumpria prisão cautelar há cerca de 13 meses, desde que foi detido em setembro de 2025.

Segundo os investigadores, associações e entidades utilizavam cadastros e assinaturas falsificadas para cobrar mensalidades indevidas diretamente dos pagamentos de segurados entre 2019 e 2024. A decisão judicial corre sob sigilo, mas atendeu a um pedido dos advogados Daniel Bialski e Pierpaolo Bottini, que sustentaram a existência de excesso de prazo na custódia e afirmaram que o empresário jamais prejudicou o andamento das apurações. Há menções divergentes entre os veículos consultados sobre a delação premiada de Camisotti: enquanto uma versão aponta que o acordo foi assinado, outra relata que o Ministério Público Federal pediu ajustes nos termos propostos.

Com a concessão da prisão domiciliar, o empresário deverá cumprir medidas cautelares determinadas pelo tribunal enquanto aguarda a conclusão do inquérito e o eventual andamento de ação penal na Justiça.

Com informações de Estadão, G1, Terra e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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