Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Economia

Lula convoca equipe econômica e conselheiros após decisão do Copom de manter juros

Encontro em Brasília reúne ministros e ex-integrantes da Fazenda para avaliar medidas e gastos públicos

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Palácio do Planalto em Brasília
Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou nesta quinta-feira (5), no Palácio do Planalto, em Brasília, uma reunião de emergência com ministros da área econômica e economistas aliados para discutir diagnósticos e alternativas fiscais para o país.

O encontro sinaliza a busca de consenso interno no governo sobre o controle das contas públicas, um debate que afeta diretamente os juros bancários, o crédito para empresas e famílias e o ritmo de crescimento do emprego no Brasil nos próximos meses.

A convocação ocorreu um dia depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidir manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano, interrompendo uma sequência de cinco reduções seguidas. Participaram da discussão os ministros Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento) e Esther Dweck (Gestão e Inovação), o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e os ex-ministros da Fazenda Fernando Haddad e Guido Mantega. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi convidado, mas não esteve presente por cumprir agenda em São Paulo.

O desafio da equipe econômica consiste em desenhar uma fórmula de contenção orçamentária que estanque a trajetória da dívida pública bruta — atualmente próxima de 83% do Produto Interno Bruto (PIB) —, com medidas voltadas a subsidiar o pronunciamento oficial que o presidente pretende realizar em cadeia nacional no próximo domingo (8).

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a equipe econômica apresentará nas próximas semanas propostas concretas para o ajuste das despesas, que deverão ser avaliadas pelo presidente antes de serem encaminhadas ao Congresso Nacional.

Com informações de Money Times, Estadão e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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