Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Economia

CNI pede adiamento da reforma tributária para 2028 e Fazenda descarta atraso

Setor industrial solicita mais um ano de testes para sistemas eletrônicos diante de receio com alíquota inicial

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou uma carta aos ministros da Fazenda e do Desenvolvimento solicitando que o início da cobrança dos novos tributos federais seja adiado de janeiro de 2027 para 2028.

O pleito visa estender por todo o ano de 2027 a fase de testes dos sistemas de arrecadação, permitindo que as empresas ajustem softwares de faturamento sem correr o risco de autuações e custos fiscais imprevistos.

A inquietação do setor fabril ganhou força depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) projetar em 11,3% a alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), patamar considerado excessivo pela indústria. Em paralelo, deputados articulam uma proposta de emenda à Constituição para adiar a CBS e o Imposto Seletivo, tributo com regras editadas pelo governo via medida provisória na quarta-feira (4).

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a transição tributária começará normalmente em 2027 e que o cronograma está mantido. A proposta no parlamento segue colhendo apoios para alcançar as 171 assinaturas necessárias para tramitar na Câmara dos Deputados.

Com informações de Google Notícias, O Antagonista e Veja.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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